sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

NRP CIMITARRA LDG 103


















quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

1971 - MARINHA GUERRA PORTUGUESA - GALÕES - DIVISAS - DISTINTIVOS






AVENTURAS EM DURBAN

Aquando da nossa estadia em Durban para fabricos em doca, quiz o "acaso" que eu encontrasse numa gelataria duas lindas raparigas, com as quais estabeleci conversa. Portugal para aqui,Marinha para acolá, navio de guerra no cais em doca, e está feito: Convite para jantar a bordo o qual foi aceite de imediato,e mais, ainda iam levar mais duas amigas Rodesianas (actual Zimbábué), que estavam ali a estudar e que viviam num Lar de Freiras.Bem, do mal o menos. Vamos vêr. Á noite , a bordo informei os camaradas Oficiais,".Chamado o Sr. Alberto, nosso dispenseiro (encontrei-o em Outubro no Hospital de Marinha e pareceu-me em bom estado), para mandar fazer o nosso prato ex-libris "Bacalhau à Bráz", seleccionou-se uma musiquinha mais adequada e estava , pronta a Recepção.No dia seguinte por volta da hora de jantar, lá apareceu um táxi com o grupo constituido pelas duas da gelataria, uma Rodesiana com uns óculos que pareciam o fundo de um copo de três, e a outra que , sem exagero deveria pesar mais de 150 kg, e uma largura tal , que foi necessário descer de lado as escadas que davam acesso à Câmara de Oficiais.

O jantar correu bem , mas ninguem ligou à tal "ligeiramente obesa", que se entreteve a afogar a sua solidão numa garrafa de Vinho do Porto, que bebeu na sua totalidade.

Imaginam o tremendo pifo que a dita cuja apanhou, tendo ficado num pré coma alcoólico, tendo mesmo que intervir o nosso médico, que lhe ministrou , julgo que "coramina".

O problema foi retirar da Câmara 150 kg de carne e osso completamente inanimados.

Todos nós fomos poucos para a içar até ao convés. Aqui chegados, como a fazer passar a prancha para terra ?

Uma aventura,até porque a prancha só tinha balaustrada de um lado. Com a ajuda do Cabo-de-quarto e de alguns elementos da guarnição que por ali estavam , lá se conseguiu colocar a peso-pesado em terra e sentada no banco do táxi que entretanto tinhamos chamado.

Coube-me a mim e a outro camarada entregar a dita menina mais a dos óculos no Lar das ditas freiras.Só que já passava das 4 da madrugada.

Ali chegados , fomos recebidos por duas Freiras que estavam preocupadissimas com as 2 residentes que nunca mais apareciam.

Ao tirarmos a gentil moçoila ainda completamente embriagada, mas já a dizer umas palavras imperceptíveis, as Freiras começaram a gritar e suponho que a ameaçarem-nos.

Só tivémos tempo de dar ordem ao taxista:Máquinas a vante toda a força.Uff

Desta lá nos safámos.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

VELHOS NAVIOS DA MARINHA GUERRA PORTUGUESA (4)








NRP SÃO RAFAEL / NRP MEDUSA A5214

18 de Novembro de 1959 a 1976
Navio classificado de apoio logístico USS PORTUNUS ACR-1 entregue a Portugal, pelos Estados Unidos da América ao abrigo do programa Assistência e Defesa Mutua.
Renomeado de NRP MEDUSA A5214, inicialmente destinado ao apoio de Mergulhadores.
Posteriormente a sua denominação foi alterada para NRP SÃO RAFAEL A5214, para apoiar os Fuzileiros, missão que lhe foi alterada mais tarde, e passou a dar apoio e assistência ás guarnições dos Submarinos, no entanto devido a várias vicissitudes a utilização do navio foi praticamente inexistente.


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

FRAGATA CLASSE "M" (2)

Vídeo de: paulexius

1970 Cidade de Durban na África do Sul ( 3 )


Na Doca Flutuante em Durban,Moleiro,no intervalo do serviço de guarda,comendo uma sande sentado na Calha de Bombas anti-submarino, a Calha está vazia, por as Bombas e as Munições de Artilharia terem ficado em Lourenço Marques.
Os operários que se vêm na foto,eram prisioneiros negros que chegavam pela manhã num camião celular.
Junto á prancha de acesso Doca Flutuante/Cais, colocava-se um Guarda branco,armado de carabina, e só autorizava o acesso dos prisioneiros ao cais para se servirem dos lavabos,ou para irem recolher o almoço (Sandes Fruta e água) que comiam a bordo ou na Doca Flutuante.
Ao final do dia de trabalho, em fila indiana embarcavam no camião celular,para voltarem á prisão.
No dia seguinte pela manhã, ritual idêntico,e voltavam ao trabalho na Doca Flutuante.